qua., 20 de abr.

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Santo Amaro

[Videopoesia + pedra + faca + livros + versos + Guerrilha] | Antonio Martinelli & Ighor Boy (SP)

[Videopoesia + pedra + faca + livros + versos + Guerrilha] Antonio Martinelli & Ighor Boy (SP)

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[Videopoesia + pedra + faca + livros + versos + Guerrilha] | Antonio Martinelli & Ighor Boy (SP)

Horário e local

20 de abr. 18:00

Santo Amaro, Praça do Campo Santo, 1-101 - Santo Amaro, Recife - PE, 50100-210, Brasil

Sobre o evento

[ENCONTROS TREMÁTICOS]

[Videopoesia + pedra + faca + livros + versos + Guerrilha], Antonio Martinelli & Ighor Boy (SP)

20 abril, Sesc Santo Amaro, 18h

Não desistir já foi [ou ainda é] se manter na borda do buraco? E como foi [e é] possível evitar a queda no abismo? Diante de um governo fascista, resistir [e existir] escrevendo poesia e criando, produzindo com quase nada ou pouco é pedra ou faca, guerrilha?

Como manter o corpo vivo e a escrita em uma pandemia? E em meio a construção de novos e falsos mitos, da manutenção do senso comum de "brasilidade", da instituição do fracasso da nossas políticas públicas, da perpetuação de um simulacro de nação: o que cabe a poesia? Quais armas de resistência e existência nos foram [e ainda são] possíveis?

Estas e outras questões permeiam os poemas e escritos de "Tetralogia da Peste + [dois tempos, uma cidade]" e [gaia], do poeta Antonio Martinelli, publicados respectivamente pela N-1 Edições e Quelônio. Nesta mesa, o autor pretende apresentar/duscutir sua produção poética.

Além disto, serão exibidos e discutidos os processos de cocriação de seus videopoemas, em parceria com o videoartista e cineasta Yghor Boy, também presente no Trema! Festival.

Antonio Martinelli é poeta, jornalista e gestor cultural. Autor de "Tetralogia da Peste [dois tempos, uma cidade]", publicado pela N-1 Edições. Prepara agora o segundo livro de poemas - [gaia] - que terá lançamento em meados de 2021, pela editora Quelônio. É colunista da Revista Pessoa. Tem poemas publicados na revista Glac, USO e Continente, e participa da coletânea "2020: o ano que não começou", da Editora Reformatório. Trabalhou na Revista Caros Amigos.

Desde 2005, trabalha no SESC São Paulo. Foi curador e coordenador do projeto "Brasil, país homenageado na Feira do Livro de Frankfurt", em 2013, na Alemanha. Participou de juris e comissões nas áreas de dramaturgia, bibliotecas e literatura.

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